"A criança que você foi um dia teria orgulho do adulto que você se tornou?" Penso que a criança que fui sim, enquanto o adulto que eu me tornei, ainda tem dificuldade de valorizar mais a fundo quem ele é. Momentos constantes de alegria e gratidão, oscilações de emoções, padrões conscientes e desafiadores, medo da rejeição e coragens absurdas e até subestimadas. Persistente na arte de se conhecer com honestidade e se responsabilizar pela própria vida. Como todo fim de ciclo menstrual, sinto o impulso de avaliar o que faz sentido pra mim e o Instagram sempre entra na jogada. Hoje, arquivei a maioria das minhas postagens. Fotos de 6 anos atrás me lembram lindamente quem eu sou em essência e me fazem pensar o que disso está manifesto em mim atualmente ou se perdeu, porque também me transportam para uma outra vida que não é mais minha. Sinto saudades daquela menina - já mulher - de 6 anos atrás, mas sei que quem sou hoje, amadureceu um pouco mais. Se traumatizou um pouco mais ta...