Hoje é a primeira madrugada depois que o Brasil teve a notícia de que Silvio Santos morreu. Semana passada pensei sobre isso: a comoção que seria pela partida do maior comunicador do país. Chegou o dia. Lembrei de quando eu era criança e, assistindo aos seus programas, eu dizia para minha mãe que eu gostava tanto dele que queria que ele fosse meu avô. Até porque, eu praticamente não tinha um. O pai do meu pai havia morrido há muitos anos e o pai da minha mãe não era presente. Durante o dia, assisti alguns artistas prestando suas homenagens. Por um lado, era de se esperar. Silvio estava com 93 anos, hospitalizado. Por outro lado, parece mentira. Ele sempre esteve lá e, de cerca forma, vai continuar. Sempre vi ele pela TV e é assim que vou continuar vendo. Vivo ou em outro plano, já ausente da televisão, há um tempo o Instagram me mostra vídeos repetidos com trechos de programas antigos e que eu sempre assisto, de novo e de novo. Quando assisti ao depoimento de Carlos Alberto ...